Fonte: CNG/ANDES-SN (28/8/2012)
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Há Braços na Luta!
Até as 13h do dia 9 de agosto, os Comandos Locais de Greve informaram ao Comando Nacional de Greve o resultado de assembléias gerais realizadas entre os dias 2 e 9 agosto, em 52 Instituições:
1. UF do Acre;
2. UF do Amazonas;
3. UF de Roraima;
4. UF do Pará;
5. UF do Amapá;
6. UF do Oeste do Pará;
7. UF do Maranhão;
8. UF do Piauí;
9. UF Rural do Semi-Árido;
10. UF da Paraíba;
11. UF Campina Grande;
12. UF de Pernambuco;
13. UF de Sergipe;
14. UF da Bahia;
15. UF do Recôncavo da Bahia;
16. UF de Goiás (Goiânia, Goiás, Jataí);
17. UF do Tocatins;
18. UF do Mato Grosso (Cuiabá, Sinop, Rondonópolis);
19. UF da Grande Dourados;
20. UF de Mato Grosso do Sul;
21. UF de Uberlândia;
22. UF do Triângulo Mineiro (Uberaba);
23. UF de Juiz de Fora;
24. UF de Viçosa;
25. UF de Lavras;
26. UF de Itajubá (Itabira);
27. UF de Ouro Preto;
28. UF de São João Del Rey;
29. UF de Alfenas;
30. UF Rural de Pernambuco;
31. UF do Espírito Santo;
32. UF do Rio de Janeiro;
33. UF do Estado do Rio de Janeiro;
34. UF Fluminense;
35. UF Rural do Rio de Janeiro;
36. UF de São Paulo;
37. UF do ABC (Santo André);
38. UF de Santa Catarina;
39. UF Tecnológica do Paraná;
40. UF do Rio Grande do Sul; (seção sindical do ANDES)
41. UF do Rio Grande;
42. UF de Pelotas;
43. UF de Santa Maria;
44. UF do Pampa;
45. UF de Minas Gerais;
46. UF da Integração Latino-Americana;
47. UF da Fronteira do Sul.
48. UF de Alagoas
49. CEFET Minas Gerais;
50. IF-São Paulo (São João da Boa Vista);
51. CEFET Rio de Janeiro;
52. IF - Sudeste de Minas;
53. IF do Piauí;
Reafirmamos a continuidade da greve e a reabertura de negociações com o governo.
TUITAÇO: #falaSerioMercadante
A GREVE É FORTE! A LUTA É AGORA!
CNG/ANDES-SN. Brasília, 09 de agosto de 2012.
1. UF do Acre;
2. UF do Amazonas;
3. UF de Roraima;
4. UF do Pará;
5. UF do Amapá;
6. UF do Oeste do Pará;
7. UF do Maranhão;
8. UF do Piauí;
9. UF Rural do Semi-Árido;
10. UF da Paraíba;
11. UF Campina Grande;
12. UF de Pernambuco;
13. UF de Sergipe;
14. UF da Bahia;
15. UF do Recôncavo da Bahia;
16. UF de Goiás (Goiânia, Goiás, Jataí);
17. UF do Tocatins;
18. UF do Mato Grosso (Cuiabá, Sinop, Rondonópolis);
19. UF da Grande Dourados;
20. UF de Mato Grosso do Sul;
21. UF de Uberlândia;
22. UF do Triângulo Mineiro (Uberaba);
23. UF de Juiz de Fora;
24. UF de Viçosa;
25. UF de Lavras;
26. UF de Itajubá (Itabira);
27. UF de Ouro Preto;
28. UF de São João Del Rey;
29. UF de Alfenas;
30. UF Rural de Pernambuco;
31. UF do Espírito Santo;
32. UF do Rio de Janeiro;
33. UF do Estado do Rio de Janeiro;
34. UF Fluminense;
35. UF Rural do Rio de Janeiro;
36. UF de São Paulo;
37. UF do ABC (Santo André);
38. UF de Santa Catarina;
39. UF Tecnológica do Paraná;
40. UF do Rio Grande do Sul; (seção sindical do ANDES)
41. UF do Rio Grande;
42. UF de Pelotas;
43. UF de Santa Maria;
44. UF do Pampa;
45. UF de Minas Gerais;
46. UF da Integração Latino-Americana;
47. UF da Fronteira do Sul.
48. UF de Alagoas
49. CEFET Minas Gerais;
50. IF-São Paulo (São João da Boa Vista);
51. CEFET Rio de Janeiro;
52. IF - Sudeste de Minas;
53. IF do Piauí;
Reafirmamos a continuidade da greve e a reabertura de negociações com o governo.
TUITAÇO: #falaSerioMercadante
A GREVE É FORTE! A LUTA É AGORA!
CNG/ANDES-SN. Brasília, 09 de agosto de 2012.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Carta a Rede Bandeirantes de Comunicação
Ao Diretor de Jornalismo da Rede Bandeirantes de Televisão
Prezado Senhor Fernando Mitre,
Dirigimo-nos respeitosamente ao Departamento de Jornalismo da Rede Bandeirantes, cujo jornalismo é reputado como um dos mais qualificados da televisão brasileira, para refutar a opinião do comentarista Alberto Almeida, emitida no Jornal da Noite no dia 13/06/2012. [veja o vídeo]
Dirigimo-nos respeitosamente ao Departamento de Jornalismo da Rede Bandeirantes, cujo jornalismo é reputado como um dos mais qualificados da televisão brasileira, para refutar a opinião do comentarista Alberto Almeida, emitida no Jornal da Noite no dia 13/06/2012. [veja o vídeo]
O comentarista aproveita o bordão do âncora Boris Casoy para dizer
que a “greve nas universidades é uma vergonha” e começa a elencar de forma
simplista os seus argumentos. Alberto Almeida afirma que as greves
são decididas por uma minoria. As atas das assembleias que têm chegado ao
Comando Nacional de Greve (CNG) – ANDES/SN mostram que um número representativo
de docentes tem comparecido às assembleias , que são abertas e
amplamente divulgadas pelas seções sindicais. É importante frisar que os
docentes que comparecem às assembleias têm uma representatividade legítima que
não pode ser levianamente desqualificada. São milhares de professores em todos
os cantos do país que participam de discussões aprofundadas sobre o tipo de
Universidade que queremos.
O segundo argumento elencado pelo comentarista é que cursos de Engenharia,
Medicina e Direito nunca param. Uma conferência in loco, papel do bom
jornalismo, desmentiria essa afirmação. A ampliação do número de cursos e de
campi no Brasil afora (o que defendemos), mas feita sem o devido planejamento (o
que criticamos), tem deixado vários cursos em precárias condições de
funcionamento - cursos sem laboratórios, sem professores, prédios inacabados-
alguns tiveram inclusive que retardar o início do semestre letivo. A
precariedade das condições de trabalho atingiu níveis tão alarmantes, que os
cursos de Medicina e Direito também aderiram ao movimento paredista.
A verdade é que a desvalorização, por parte do governo, do trabalho docente e da
dedicação exclusiva ao ensino, pesquisa e extensão, leva muitos professores
desses cursos a procurarem na iniciativa privada complementos salariais. A
necessidade de buscar outras fontes de renda precariza as condições de trabalho
do professor e pode comprometer a qualidade do Ensino.
Ignorando o direito constitucional, através do qual os trabalhadores têm na greve um
instrumento legítimo de reivindicação dos seus direitos, o comentarista diz que
as greves dos professores são remuneradas. Todo professor ético, compromissado
com a educação de qualidade, repõe as aulas que não foram dadas durante a
paralisação, portanto, recebe pelo seu trabalho. Vale lembrar que os professores
só consideraram a alternativa da greve depois de dois anos de tratativas com o
governo que não resultaram em cumprimento de acordos assinados.
Acrescentamos ainda que o próprio momento da greve é tempo/lugar de reflexão sobre a
Universidade, seu papel na construção de cidadania e análise crítica
sobre os rumos da Educação. As aulas de cidadania
que têm sido ministradas nas praças e anfiteatros demonstram que outra
Universidade é possível, viva, pulsante, participativa.
Temas fundamentais como a discussão sobre os modelos produtivistas
exigidos pelas agências de fomento (CAPES, CNPq, entre outras), a reflexão sobre
as formas de democratização da gestão das Universidades, tem estado no centro
dos debates feitos durante essa greve. O apoio maciço dado pelos estudantes,
vários deles também votaram pela greve no segmento discente, comprova que a luta
pela valorização do trabalho docente é também uma bandeira empunhada por eles.
Alberto Almeida termina por dizer que esta é uma greve conveniente e que não dá em nada.
As greves não são convenientes, todos os docentes, estudantes e técnicos
administrativos que estão envolvidos na construção do movimento de resistência
ao desmonte da Universidade pública têm trabalhado arduamente durante esses
dias. Preferíamos estar em sala de aula, prosseguindo nossas pesquisas e
orientações, executando as muitas formas de extensão. A paralisação reafirma
nossa resistência, nossa dignidade, nosso papel de educadores, conscientes de
que sem Universidade pública, gratuita e de qualidade o Brasil jamais fará jus à
condição de “gigante” que a propaganda oficial alardeia.
A partir dessas ponderações pedimos ao Departamento de Jornalismo da Band, o
direito ao contraditório. O Comando Nacional de Greve e a diretoria do ANDES-SN
se colocam à disposição da emissora no endereço e telefones em Brasília para
posicionarem-se sobre o assunto.
Gratos pela atenção,
Comando Nacional de Greve - CNG/ANDES-SN
Brasília, 20 de junho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
À Sociedade Brasileira
Brasília, 21 de maio de 2012
Por que os (as) professores (as) das Instituições Federais estão em greve?
A defesa do ensino público, gratuito e de qualidade é parte
essencial da história do Sindicato Nacional das Instituições de Ensino
Superior (ANDES-SN), assim como a exigência da população brasileira, que
clama por serviços públicos, com qualidade, que atendam às suas
necessidades de saúde, educação, segurança, transporte, entre outros
direitos sociais básicos.
Os(as) professores(as) federais estão em greve em defesa
da Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade e de uma carreira
digna, que reconheça o importante papel que os docentes têm na vida da
população brasileira.
O governo vem usando seguidamente o discurso da crise
financeira internacional como justificativa para cortes de verbas nas
áreas sociais e para rejeitar todas as demandas feitas pelos servidores
públicos federais por melhores condições de trabalho, remuneração e,
consequentemente, qualidade no serviço público.
A situação provocada pela priorização de investimentos do
Estado no setor empresarial e financeiro causa impacto no serviço
público, afetando diretamente a população que dele se beneficia.
Pela reestruturação da carreira
Há anos os(as) professores(as) vêm lutando pela
reestruturação do Plano de Carreira da categoria, por acreditarem que
essa reivindicação valoriza a atividade docente e, dessa forma, motiva a
entrada e permanência dos profissionais nas instituições federais de
ensino. No ano passado, o ANDES-SN assinou um acordo emergencial com o
governo, que previa, como um dos principais pontos, a reestruturação da
carreira até 31 de março de 2012. Já estamos na segunda quinzena de maio
e nada aconteceu em relação a essa reestruturação.
Para reestruturação da carreira atual, desatualizada e
desvirtuada conceitualmente pelos sucessivos governos, o ANDES-SN propõe
uma carreira com 13 níveis, variação remuneratória de 5% entre níveis, a
partir do piso para regime de trabalho de 20 horas, correspondente ao
salário mínimo do DIEESE (atualmente calculado em R$2.329,35). A
valorização dos diferentes regimes de trabalho e da titulação devem ser
parte integrante de salários e não dispersos em forma de gratificações.
Pela melhoria das condições de trabalho nas Instituições Federais
O começo do ano de 2012 evidenciou a precariedade de várias
instituições. Diversos cursos em Instituições Federais de Ensino – IFE
tiveram seu início suspenso ou atrasado devido à precariedade das
Instituições.
O quadro é muito diferente do que o governo noticia.
Existem instituições sem professores, sem laboratórios, sem salas de
aula, sem refeitórios ou restaurantes universitários, até sem
bebedouros, afetando diretamente a qualidade do ensino.
Ninguém deveria ser submetido a trabalhar, a ensinar ou a
aprender num ambiente assim. Sofrem professores, estudantes e técnicos
administrativos das Instituições Federais de Ensino. E num olhar mais
amplo, sofre todo o povo brasileiro, que utilizará dos serviços de
profissionais formados em situações precárias e que, se ainda não têm,
pode vir a ter seus filhos estudando nessas condições.
Por isso convidamos todos a se juntarem à nossa luta. Essa
batalha não é só dos(as) professores(as), mas de todos aqueles que
desejam um país digno e uma educação pública, gratuita e de qualidade.
Para saber mais sobre a greve e as negociações com o governo acesse: www.andes.org.br
A Educação pública, gratuita e de qualidade é um direito de todos.
Comando Nacional de Greve - ANDES-SN
Fonte: ANDES-SN
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Nota Oficial do Comando Nacional de Greve - CNG/ANDES-SN
Brasília, 17 de maio de 2012, 17H
Hoje, docentes de Instituições Federais de Ensino iniciaram greve por
tempo indeterminado, reivindicando tanto a reestruturação da carreira
docente, prevista no Acordo 04/2011, descumprido pelo governo federal,
com valorização do piso e incorporação das gratificações, quanto à
melhoria das condições de trabalho docente.
As informações oficiais recebidas pelo CNG até as 17h indicam que pelo
menos 33 Instituições Federais de Ensino, de todas as regiões do país,
entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta data. São
muitos os relatos de assembleias e atos públicos considerados históricos
pelo número de participantes, qualidade dos debates e entusiasmo. A
greve se mostra forte desde o início e o conjunto de informações indicam
que o movimento se ampliará ainda mais nos próximos dias.
Notificações oficiais aos Ministérios da Educação e do Planejamento, bem
como a comunicação a sociedade, já ocorreram e o Comando Nacional de
Greve (CNG) acaba de ser instalado.
O movimento demonstra de forma contundente e inequívoca a indignação que
tomou conta da categoria depois tantas tentativas de negociação com o
governo sem resultados concretos. A precarização das condições de
trabalho nas instituições federais de ensino vem se agravando dia a dia
com falta de professores, de salas de aula, de laboratórios e até mesmo
materiais básicos para funcionamento.
A defesa do ensino público, gratuito e de qualidade é parte integrante de
toda história do movimento docente e um clamor da sociedade brasileira
que luta para ver atendidas suas necessidade de educação, saúde,
segurança, transporte entre outros direitos socais. Obter adequadas
condições de trabalho e valorização da carreira dos professores é parte
dessa luta.
Conclamamos todos os docentes a integrarem esta jornada. Solicitamos
apoio de toda a sociedade e, em particular, das demais categorias da
comunidade universitária.
Exigimos do governo negociação efetiva em torno da pauta já protocolada.
Fonte: ANDES-SN
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