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quarta-feira, 11 de julho de 2012

A greve na TV

"MG TV: Retificação sobre a manifestação de estudantes da UFSJ e o Cefet no Centro de Divinópolis, MG" (clique na imagem ou aqui para ver o vídeo).

"RBS RS: Professores da UFRGS decidiram entrar em greve por tempo indeterminado" (clique aqui ou na imagem para ver o vídeo).
Fonte: RBS RS (10/7/2012)

"DF no ar: Greve dos servidores federais completa um mês" (clique aqui ou na imagem para ver o vídeo).
Fonte: Record DF (10/7/2012)

terça-feira, 10 de julho de 2012

A greve na TV

"Jornal Nacional: Greves no serviço público federal afeta mais de 20 setores" (clique na imagem ou aqui para ver o vídeo).
Fonte: Rede Globo (9/7/2012)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Hospitais Universitários na TV

"Fantástico: Estudantes protestam contra o abandono do Hospital Universitário da UFRJ" (clique na imagem ou aqui para ver o vídeo).

"Fantástico: Hospitais universitários públicos funcionam em condições precárias" (clique na imagem ou aqui para ver o vídeo).

A greve na TV

"Entre Aspas: Acordo sobre greve em universidades brasileiras segue sem solução" (clique na imagem ou aqui para ver o vídeo).

"JN no ar: Professores da UFPB estão em greve há mais de 40 dias" (clique na imagem ou aqui para ver o vídeo).

"Editorial do Jornal da Noite: O jornalista Boris Casoy comenta a greve nas universidades federais brasileiras" (clique na imagem ou aqui para ver o vídeo).

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Carta a Rede Bandeirantes de Comunicação

Ao Diretor de Jornalismo da Rede Bandeirantes de Televisão

Prezado Senhor Fernando Mitre,

Dirigimo-nos respeitosamente ao Departamento de Jornalismo da Rede Bandeirantes, cujo jornalismo é reputado como um dos mais qualificados da televisão brasileira, para refutar a opinião do comentarista Alberto Almeida, emitida no Jornal da Noite no dia 13/06/2012. [veja o vídeo]

O comentarista aproveita o bordão do âncora Boris Casoy  para dizer que a “greve nas universidades é uma vergonha” e começa a elencar de forma simplista os seus argumentos.  Alberto Almeida afirma que as greves são decididas por uma minoria. As atas das assembleias que têm chegado ao Comando Nacional de Greve (CNG) – ANDES/SN mostram que um número representativo de docentes tem comparecido às assembleias , que são abertas  e amplamente divulgadas pelas seções sindicais. É importante frisar que os docentes que comparecem às assembleias têm uma representatividade legítima que não pode ser levianamente desqualificada. São milhares de professores em todos os cantos do país que participam de discussões aprofundadas sobre o tipo de Universidade que queremos.

O segundo argumento elencado pelo comentarista é que cursos de Engenharia, Medicina e Direito nunca param. Uma conferência in loco, papel do bom jornalismo, desmentiria essa afirmação. A ampliação do número de cursos e de campi no Brasil afora (o que defendemos), mas feita sem o devido planejamento (o que criticamos), tem deixado vários cursos em precárias condições de funcionamento - cursos sem laboratórios, sem professores, prédios inacabados- alguns tiveram inclusive que retardar o início do semestre letivo. A precariedade das condições de trabalho atingiu níveis tão alarmantes, que os cursos de Medicina e Direito também aderiram ao movimento paredista.

A verdade é que a desvalorização, por parte do governo, do trabalho docente e da dedicação exclusiva ao ensino, pesquisa e extensão, leva muitos professores desses cursos a procurarem na iniciativa privada complementos salariais. A necessidade de buscar outras fontes de renda precariza as condições de trabalho do professor e pode comprometer a qualidade do Ensino.

Ignorando o direito constitucional, através do qual os trabalhadores têm na greve um instrumento legítimo de reivindicação dos seus direitos, o comentarista diz que as greves dos professores são remuneradas. Todo professor ético, compromissado com a educação de qualidade, repõe as aulas que não foram dadas durante a paralisação, portanto, recebe pelo seu trabalho. Vale lembrar que os professores só consideraram a alternativa da greve depois de dois anos de tratativas com o governo que não resultaram em cumprimento de acordos assinados.

Acrescentamos ainda que o próprio momento da greve é tempo/lugar de reflexão sobre a Universidade, seu papel na construção de cidadania e análise crítica sobre  os rumos  da Educação. As aulas de cidadania que têm sido ministradas nas praças e anfiteatros demonstram que outra Universidade é possível, viva, pulsante, participativa.

Temas fundamentais  como a discussão sobre os modelos produtivistas exigidos pelas agências de fomento (CAPES, CNPq, entre outras), a reflexão sobre as formas de democratização da gestão das Universidades, tem estado no centro dos debates feitos durante essa greve. O apoio maciço dado pelos estudantes, vários deles também votaram pela greve no segmento discente, comprova que a luta pela valorização do trabalho docente é também uma bandeira empunhada por eles.

Alberto Almeida termina por dizer que esta é uma greve conveniente e que não dá em nada. As greves não são convenientes, todos os docentes, estudantes e técnicos administrativos que estão envolvidos na construção do movimento de resistência ao desmonte da Universidade pública têm trabalhado arduamente durante esses dias. Preferíamos estar em sala de aula, prosseguindo nossas pesquisas e orientações, executando as muitas formas de extensão. A paralisação reafirma nossa resistência, nossa dignidade, nosso papel de educadores, conscientes de que sem Universidade pública, gratuita e de qualidade o Brasil jamais fará jus à condição de “gigante” que a propaganda oficial alardeia.

A partir dessas ponderações pedimos ao Departamento de Jornalismo da Band, o direito ao contraditório. O Comando Nacional de Greve e a diretoria do ANDES-SN se colocam à disposição da emissora no endereço e telefones em Brasília para posicionarem-se sobre o assunto.

Gratos pela atenção,

Comando Nacional de Greve - CNG/ANDES-SN
Brasília, 20 de junho de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012

Boletim Eletrônico 04 - Comissão de Comunicação - CLG/UFTM

Agenda
MARCHA PELA SAÚDE PÚBLICA
12/6 (terça) - 10h
Em frente ao CE

ATO UNIFICADO
12/6 (terça) - 11h
Pça. Rui Barbosa

UFTM NA PRAÇA
12/6 (terça) - 14h
Pça. Rui Barbosa

ASSEMBLEIA GERAL DOCENTE
13/6 (quarta) - 13h30
Anfiteatro A - CEA

Com adesão de técnicos, greve e atividades ganham impulso na UFTM
Depois de professores e estudantes, técnicos administrativos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro também aderem ao movimento. A partir de segunda-feira, dia 11 de junho, os funcionários das universidades federais de vários pontos do país também vão paralisar suas atividades. Segundo a presidente do SindMed, Mirtes Reis, vários profissionais de Uberaba devem aderir à manifestação, insatisfeitos com a proposta apresentada pelo Governo Federal.

Assembleia na próxima quarta-feira concluirá a pauta local da UFTM
A  próxima Assembléia Geral finalizará a pauta local da UFTM, debatendo Gestão, Administração, Estrutura e Recursos Humanos.  Até lá serão aceitas novas propostas.  Os eixos "ensino-pesquisa-extensão" já foram aprovados, mas novas propostas ainda poderão ser apresentadas na Assembléia.  Participe e fortaleça essa luta nacional em defesa a universidade pública brasileira.

Após pressão e debates de professores em assembléias, UFTM abre pequeno espaço na TV Universitária
Após sucessivos questionamentos em Assembléias Gerais sobre o papel da TV Universitária, foi aberto pequeno espaço à comunidade universitária, mas sem discussão com interessados e com os docentes em geral.  A proposta foi apresentada pela reitoria, via pro-reitora de extensão e projetos deverão ser encaminhados apenas por coordenadores de cursos.

Suspensão do calendário acadêmico é adotada em instituições federais de ensino
"Gigantes" UFRJ, UnB e UFF já suspenderam; a situação na UFTM segue indefinida
Um rápido levantamento, realizado pela Comissão de Comunicação do Comando Local de Greve da Universidade Federal do Triângulo Mineiro - CLG/UFTM, mostra que 11 instituições federais de ensino já adotaram a suspensão do calendário acadêmico, entre as quais, "gigantes" como Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Federal Fluminense (UFF). De acordo com seus signatários, a medida visa preservar professores e estudantes, garantindo o cumrpimento integral do conteúdo programático das atividades acadêmicas após o término da greve.

Greve na federais: aspectos jurídicos, políticos e conjunturais
Por José Luiz Alcântara Filho, para "Revista Caros Amigos"
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem" - Berthold Brecht.  Diante das greves que estão se alastrando país afora, tanto dos docentes e servidores de Instituições Federais do Ensino Superior como a dos trabalhadores do transporte público, vêm à tona o velho debate em torno do direito à greve, sua legitimidade e interpretações a seu respeito.

Confusão causada por diretoria da ADUFG mostra os limites do PROIFES e o caráter governista da federação cutista

Andes publica seu comunicado número 10 do Comando Nacional de Greve

Charge

Comissão de Comunicação
Comando Local de Greve - CLG/UFTM
Uberaba, 11 de junho de 2012 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Vídeo mostra briga durante reunião de professores da UFG, em Goiânia

Assembleia iria discutir sobre possível greve dos docentes da universidade.
Presidente da Associação dos Docentes da instituição foi agredida.


Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera

Uma reunião que iria discutir sobre a possível greve dos professores da Universidade Federal de Goiás (UFG) terminou em confusão na quarta-feira (6), em Goiânia. Um vídeo gravado por cinegrafista amador mostra o momento em que as pessoas que estavam no local sobem no palco do auditório e começam agredir representantes da instituição [veja vídeo acima; clique aqui ou na imagem para ver o vídeo].

Segundo Associação dos Docentes da Universidade Federal de Goiás (Adufg), professores da universidade não filiados à entidade e pessoas de outros segmentos participavam da reunião. Antes de declarar aberta a assembleia, a diretora-presidente pediu que a prioridade nos lugares do auditório fosse dada aos sindicalizados, pois estes tinham poder de voto. Foi quando começou a confusão.

Segundo os manifestantes, foram agredidos a presidente das Adufg e o ex-presidente da entidade. A associação informou que a tentativa de realizar a assembleia acabou frustrada diante do risco de integridade dos presentes.

Por causa da confusão, não ficou decidido se os professores da UFG vão entrar em greve. A ocorrência foi registrada na Polícia Civil. A Adufg, que marcou a assembleia, disse que vai pedir a abertura de inquérito administrativo na universidade.

Fonte: G1 (7/6/2012)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Entrevista coletiva de Aloízio Mercadante sobre greve dos professores nas universidades federais

O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, concede entrevista coletiva (23/5) sobre a greve dos docentes nas instituições federais de ensino superior.

Fonte: YouTube

Presidente da associação dos docentes fala sobre a greve na UFRJ

Mauro Iasi, presidente da ADUFRJ-SSIND, faz um balanço da assembleia (22/5) que deflagrou a greve e dos desafios do movimento docente na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Fonte: YouTube